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Empresas apostam em veículos elétricos in Logística & Transportes

2019-01-12

Empresas apostam em veículos elétricos in Logística & Transportes

Empresas apostam em veículos elétricos


Há cada vez mais empresas movidas a eletricidade em Portugal. As grandes firmas e as PME são as principais clientes dos automóveis elétricos.


São cada vez mais as empresas portuguesas que adquirem veículos elétricos e os utilizam no seu diaa dia. É esta a opinião da Nissan, Renault e Volkswagen, três das maiores fabricantes automóveis presentes no país, e também da gestora de frotas LeasePlan Portugal. De acordo com a empresa de comércio e aluguer de veículos, que opera em território luso desde 1993, a quota de mercado nacional dos veículos elétricos é agora de 3,1%, o que representa 5 487 veículos elétricos registados.


(..) Quanto à utilização que as empresas fazem dos veículos elétricos a Nissan tem como clientes firmas como a Uber, Efacec, Telcabo, IMPETUS, Siemens e Câmara Municipal do Porto , Pedro Teles garante que é muito diversa: "Tanto temos pequenas empresas que querem automóveis para as suas deslocações diárias, como temos cargos de administração que já preferem usar automóveis elétricos para se deslocarem, principalmente nas áreas metropolitanas, onde têm vantagens adicionais, como é o caso de Lisboa, em que, se o automóvel estiver à carga, não paga estacionamento ou, através da aquisição de um dístico municipal com o custo anual de apenas 12 euros, o proprietário de um Leaf pode estacionar em qualquer um dos parques de estacionamento pagos pela EMEL.

O responsável de frotas da Nissan em Portugal acredita que a procura por veículos elétricos da insígnia japonesa vai continuar a crescer nos próximos anos, não só pela maior consciencialização das pessoas, mas, principalmente, porque a tecnologia e a autonomia estão a corresponder às expectativas.


O “made in Portugal” está na moda e não é apenas para o private label. Embora a confeção para terceiros continue a representar a maior parte do volume de negócios da indústria de vestuário, que entre janeiro e setembro deste ano atingiu os 2,39 mil milhões de euros (+0,6% do que em igual período de 2017), as marcas assumem uma importância crescente para as empresas produtoras.


De acordo com um estudo da Sigma Team Consulting para o CENIT – Centro de Inteligência Têxtil, na primeira década dos anos 2000 «começa a acentuar-se uma maior diferenciação das estratégias empresariais do sector do vestuário em Portugal. Para além das empresas que, fosse a partir da sua base industrial, fosse com base numa atividade comercial, continuaram a apostar na gestão de marca de retalho própria, explorando um ou vários canais de distribuição (incluindo a rede de lojas próprias e também, cada vez mais, os canais digitais), outras requalificaram-se com base numa produção em regime de “private label” mas com mais qualificação do que no passado». Como tal, «neste período, Portugal passa claramente a estar no radar da cadeia de produção e de aprovisionamento de muitas das maiores marcas internacionais», ao mesmo que, «em vários casos, as empresas de base industrial desenvolveram, em simultâneo mas de forma diferenciada, ambas as estratégias», aponta o estudo.